sexta-feira, 15 de julho de 2011
Sonhos
Eu acredito que sou parte do que ele é
Alguns dizem que nós nascemos do acaso
Eu me sinto tão só, acabarei por encontrá-lo
E um dia ...quem sabe descobrir o acaso
O pó se levanta no meu tempo
Fóssil vázio da nova cena
Cenas que vão acabar por almejá-lo
Enfim Grande pilha de Sonhos
Pesadelo se torna realidade
Eu me deito, inerte, debaixo do céu vermelho
Eu me sinto vazio, quero encontrá-lo
Se estas no acaso meus olhos
Então eio quero encontrá-lo.
Grande pilha de sonhos
Eu me deito vazio, inerte no tempo
vou acabar num voo razante
Dentro da mente mergulho
Não me sinto só...
Eio Aqui estás enfim!
Sua presença
Nós perseguimos mentiras mal contadas
Nós encaramos o caminho do tempo
E ainda lutamos
E Eu ainda luto
Esta batalha ...mas não totalmente sozinho
Ninguém para me ouvir chorar
E nenhum lugar para chamar de lar
Será ..que você realmente pode me ouvir?
Meu amor próprio foi violado
Minha privacidade foi invadida
E ainda achamos...
E Eu ainda acho
Repetindo na minha cabeça
Será que realmente você pode me ouvir?
Se eu não posso ser eu mesmo
Eu me sinto melhor em você
Se eu não consigo ser eu mesmo
Que o meu melhor esteja em você!
Porque eu sei que podes me ouvir
Eu sinto bem aqui...
segunda-feira, 11 de julho de 2011
Medo de amar
Ser o juiz
O coração quisera
Só pra punir
Deveras
O medo de se amar
Ser bem tirano
E açoitar com gosto
Á quem tiver disposto
Só de desgosto
O coração matar
O lacre não é pro amor
Frágil de quem colar
No coração
Na boca
Fala-se pelo olhar
Nesga de luz
Pra ser clarão se esmera
Toda a vontade gera
No ventre do querer
O coração quisera
Só pra punir
Deveras
O medo de se amar
Ser bem tirano
E açoitar com gosto
Á quem tiver disposto
Só de desgosto
O coração matar
O lacre não é pro amor
Frágil de quem colar
No coração
Na boca
Fala-se pelo olhar
Nesga de luz
Pra ser clarão se esmera
Toda a vontade gera
No ventre do querer
Assinar:
Postagens (Atom)


